Guaratinguetá/SP — Diagnóstico Socioterritorial referente às Pessoas com Deficiência
A Painel Pesquisas e Consultoria realizou o diagnóstico socioterritorial das pessoas com deficiência de Guaratinguetá, iniciativa da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) viabilizada por recurso da Câmara Municipal. Concluído em janeiro de 2026, o volume único compara 38 indicadores entre as 15 regiões do município, ouve 480 pessoas com deficiência ou seus responsáveis e 28 empregadores, instituições, familiares e educadores, e propõe nove recomendações prioritárias.
38 indicadores em 15 regiões. 480 pessoas entrevistadas.
Iniciativa
Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS)
Período
2025 a 2026
Regiões
15, sendo 2 rurais
Indicadores
38 por região, em 6 mapas sociais
Relatórios
1 volume, 243 páginas
Pessoas ouvidas
480 em entrevistas e 28 em entrevistas em profundidade
Sobre o diagnóstico
O diagnóstico foi uma iniciativa da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) de Guaratinguetá, com participação do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDPCD), e foi viabilizado por recurso da Câmara Municipal de Guaratinguetá, por meio da sua Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência. A Painel Pesquisas e Consultoria venceu o processo licitatório PE 153/2024 (contrato SLC nº 021/25) e seguiu o Edital nº PE 175/2024. Uma Comissão de Acompanhamento do Diagnóstico, nomeada pela Portaria SMAS 05, de 5 de junho de 2025, validou cada etapa.
Seu objetivo é retratar a situação das pessoas com deficiência que vivem em Guaratinguetá e subsidiar as instâncias governamentais e não governamentais na formulação de políticas públicas para os seus direitos fundamentais, tendo como referência a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015).
O volume único reúne os marcos legais da política para a pessoa com deficiência, os dados gerais do município, o perfil demográfico e socioeconômico por região, os dados da assistência social, da habitação e do transporte, da educação, do esporte e da cultura e de quatro organizações da sociedade civil, seis mapas sociais e um ranking geral, a pesquisa quantitativa com 480 pessoas com deficiência, a pesquisa qualitativa em profundidade e duas análises propositivas.
O município de Guaratinguetá
Guaratinguetá fica a 175 km da capital, tem 757,6 km² e foi fundada em 1630. No Censo de 2022, 95,9% da população vivia na área urbana e 4,1% na zona rural, ante 3,2% no estado.
habitantes, 5,3% a mais que em 2010
118.044
IBGE, Censo 2022
habitantes por km²
156,8
IBGE, Censo 2022
IDHM, faixa alta: 25º entre os 645 municípios de São Paulo
0,798
Atlas Brasil, 2010
da população tem 60 anos ou mais, e 21,0% tem de 0 a 17 anos
19,2%
IBGE, Censo 2022
pessoas com alguma deficiência permanente, 6,5% da população de 2 anos ou mais
7.510
IBGE, Censo 2022
índice de Gini, ante 0,57 em 2000
0,53
Atlas Brasil, 2010
Como foi feito
Com base num mapa de calor da vulnerabilidade socioeconômica por setor censitário do IBGE, Guaratinguetá foi dividida em 15 regiões geográficas formadas por bairros e localidades de perfil socioeconômico semelhante: 13 urbanas e 2 rurais, a Zona Rural Sul (Região 14) e a Zona Rural Norte (Região 15).
Cada indicador é calculado sobre a população da região, em percentual ou em taxa por mil, comparado com a média do município e classificado por quintis, de Muito Baixo a Muito Alto. Os dados da rede de atendimento e do CadÚnico são de 2024, os da RAIS de 2023; a população de cada região vem do Censo de 2022, e a renda, do Censo de 2010. Os dados foram tratados no Sistema de Padronização e Análise (SiPA), da Painel.
A pesquisa quantitativa entrevistou 480 pessoas com deficiência ou seus responsáveis em setembro de 2025, e a pesquisa qualitativa fez 28 entrevistas em profundidade. O questionário foi elaborado com a Comissão de Acompanhamento, formada por representantes da SMAS, da Secretaria Municipal de Educação (SME), da Secretaria Municipal da Saúde, da Justiça e Cidadania, da APAE e do Instituto Lucas Amoroso (ILA).
Jardim Perola; Parque Alberto Bayington; Portal das Colinas; Vila Paraíba.
Urbana
4.752
Região 2
Aeroporto; Alto Pedregulho; Bela Vista; CECAP; Jardim Coelho Neto; Jardim Esplanada; Jardim Independência; Pedregulho; Vila Eliana Maria; Vila Galvão; Village Mantiqueira.
Urbana
12.449
Região 3
Jardim Rony; Parque das Árvores; Vila Conselheiro Rodrigues Alves.
Urbana
3.822
Região 4
Campo do Galvão; Centro; Centro Histórico; Figueira; Jardim Nova Era; Jardim Padroeira; Residencial Augusto Filippo; Santa Rita; São Benedito; Vila Santa Maria.
Urbana
11.008
Região 5
Beira Rio; Cohab; Nova Guará; Parque das Alamedas; Parque Residencial Beira Rio.
Urbana
8.979
Região 6
São Bento; Vila Brasil; Vila Pajé; Vila Paulista.
Urbana
7.935
Região 7
Chácaras Belveder; Chácaras Santa Maria; Chácaras Vitória; Clube dos 500; Jardim Vista Alegre; Rio Comprido; Vila Bela; Vila Ofélia; Vila Regina; Vila Rosa; Vila São José.
Urbana
6.801
Região 8
Engenheiro Neiva; Jardim Primavera; Vila das Cinzas.
Urbana
2.462
Região 9
Alto Jardim do Vale; Chácaras Agrícolas Beira Rio; Chácaras Agrícolas Jardim do Vale; Jardim do Vale; Jardim Esperança; Parque do Sol.
Urbana
16.332
Região 10
Jardim Panorama; Piagui; Residencial Cooperi; Residencial Mantiqueira; Santa Edwiges; São Dimas; São Manoel.
Urbana
10.737
Região 11
Aeronáutica; André Broca Filho; Jardim França; Parque Santa Clara; Residencial Espanha; Santa Clara; São Francisco; Vila dos Comerciários; Vila dos Oficiais; Vila Municipal.
Urbana
10.347
Região 12
Bom Jardim; Bosque dos Ipês; Los Angeles; Montes Verdes; Pingo de Ouro; Represa Dourada; Retiro; Santa Luzia.
Urbana
8.439
Região 13
Alto das Almas; Jardim Modelo; Pedreira; Piedade; Residencial David Fernandes Coelho; Residencial Santa Bárbara; Tamandaré.
Urbana
6.243
Região 14
Zona Rural Sul; Pinheiral.
Rural
3.095
Região 15
Zona Rural Norte; Colônia Piagui; Pilões.
Rural
4.643
Fonte da população: IBGE, Censo 2022.
Rede de atendimento do município, 2024
Benefício de Prestação Continuada (BPC), pela Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS)
Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), no CRAS
Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV)
Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (PAEFI), no CREAS
Acolhimento institucional em quatro instituições de longa permanência para idosos e uma casa lar
Transporte gratuito e credenciais de estacionamento, da Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana
Projetos esportivos da Secretaria Municipal de Esportes e ações da Secretaria Municipal de Cultura
Atendimentos da APAE, do Instituto Lucas Amoroso (ILA), do Instituto Asas para Anjos (IAPA) e do Centro de Equoterapia Arte e Vida
Bases oficiais
Censo Demográfico do IBGE, 2022, e, para a renda e a energia elétrica, 2010
Cadastro Único (CadÚnico), pelo CECAD, 2024
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), 2023
Censo Escolar do INEP, 2024
Atlas Brasil, 2010
Os resultados em números
O volume calcula 38 indicadores para cada uma das 15 regiões, em seis eixos: perfil demográfico, perfil socioeconômico, assistência social, habitação e transporte, educação, esporte e cultura e organizações da sociedade civil. Em cada mapa social, as regiões são comparadas com a média do município, e o ranking geral soma os indicadores em que cada região fica pior que a média.
indicadores das Regiões 8, Engenheiro Neiva e Jardim Primavera, e 14, Zona Rural Sul, piores que a média, as primeiras do ranking
23 de 38
Volume único, 2026
pessoas com alguma deficiência permanente, 6,5% da população de 2 anos ou mais; outras 1.067 com diagnóstico de autismo
7.510
IBGE, Censo 2022
pessoas com deficiência recebem o BPC, 10,4 por mil habitantes; 32,5 por mil na Região 8
1.226
IBGE, Censo 2022; SMAS, 2024
serviço de acolhimento específico para pessoas com deficiência; 87 estão acolhidas em instituições para idosos e numa casa lar
Nenhum
SMAS, 2024
dos entrevistados de 15 anos ou mais trabalham; 37,8% nunca trabalharam
4,6%
Pesquisa com pessoas com deficiência, 2025
dos entrevistados não conhecem os direitos das pessoas com deficiência; 88,1% não conhecem o conselho municipal
71,9%
Pesquisa com pessoas com deficiência, 2025
Mapa social por eixo
Escolha um eixo para ver no mapa quantos indicadores de cada uma das 15 regiões ficam piores que a média. Selecione uma região, no mapa ou na lista, para ver em quais indicadores ela fica pior que a média do município. As tabelas completas vêm logo abaixo.
Ranking geral
38 indicadores em 6 eixos
Somados os 38 indicadores, as Regiões 8, Engenheiro Neiva e Jardim Primavera, e 14, Zona Rural Sul, ficam piores que a média em 23 (60,5%) e lideram o ranking geral, seguidas das Regiões 12, 13, 6 e 7, com 22 cada. Na classificação por quintis, as duas primeiras ficam na classe Muito Alta, e as Regiões 3, 2 e 1, com 9 ou 8 indicadores, na Muito Baixa.
As Regiões 7 e 9, Clube dos 500 e Rio Comprido e Jardim Esperança e Parque do Sol, ficam acima da média em 5 dos 7 indicadores. A Região 3, Jardim Rony e Rodrigues Alves, tem o maior índice de envelhecimento (299,7%) e 31,2% da população com 60 anos ou mais; a Região 6, São Bento e Vila Brasil, tem o menor índice (64,8%) e a maior proporção de crianças de 0 a 9 anos (14,6%). A Região 15, Zona Rural Norte, tem a maior densidade domiciliar, 3,15 moradores por domicílio.
As Regiões 13, Pedreira, Piedade e Tamandaré, e 6, São Bento e Vila Brasil, ficam piores que a média em 6 dos 7 indicadores. A renda nominal per capita vai de R$ 398,3 na Região 8 a R$ 3.126,0 na Região 1, 7,8 vezes mais; na Região 14, Zona Rural Sul, 37,4% dos domicílios têm renda per capita de até meio salário mínimo. A Região 1 fica pior que a média em um só indicador, a razão de dependência.
As Regiões 13, Pedreira, Piedade e Tamandaré, e 8, Engenheiro Neiva e Jardim Primavera, ficam acima da média em 7 dos 9 indicadores. Na Região 8, 73,6% da população está inscrita no CadÚnico, ante 26,9% no município, e há 32,5 pessoas com deficiência beneficiárias do BPC por mil habitantes, mais de três vezes a média (10,4). O PAIF acompanha pessoas com deficiência sobretudo nas Regiões 5 (18,0 por mil) e 9 (16,3 por mil) e não registra nenhuma em quatro regiões.
As Regiões 7, 15, 5, 12 e 14 ficam piores que a média em 4 dos 7 indicadores. Na zona rural, a coleta de lixo falta em 51,3% dos domicílios da Região 14 e em 32,6% dos da Região 15, e a rede de esgoto cobre só 4,1% e 5,2% deles; na Região 1, 16,5% dos domicílios não têm água da rede geral. A Região 12 tem a maior taxa de pessoas com deficiência com transporte gratuito, 38,7 por mil habitantes.
As Regiões 7, 6, 15 e 14 ficam acima da média nos 4 indicadores, e as Regiões 2 e 4 em nenhum. A Região 14, Zona Rural Sul, tem a maior proporção de pessoas de 15 anos ou mais não alfabetizadas, 6,0%, três vezes a média do município. Na Região 5, Nova Guará, Cohab e Beira Rio, 16,0% dos estudantes estão matriculados na Educação Especial, ante 4,4% no município; na Região 6 há 1.340 domicílios por escola.
As Regiões 13, 4 e 8 ficam acima da média em 3 dos 4 indicadores; as Regiões 15, 1, 3 e 2, em nenhum. A APAE atende 8,1 pessoas com deficiência por mil habitantes na Região 8, ante 2,2 no município, e o Instituto Asas para Anjos (IAPA), 2,8 por mil na Região 5, ante 0,6.
Fonte: Volume Único, Mapa: visão geral das regiões geográficas do município.
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 4 de 7
Assistência social: 7 de 9
Habitação e transporte: 2 de 7
Educação, esporte e cultura: 3 de 4
Organizações da sociedade civil: 3 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 2 de 7
Perfil socioeconômico: 5 de 7
Assistência social: 6 de 9
Habitação e transporte: 4 de 7
Educação, esporte e cultura: 4 de 4
Organizações da sociedade civil: 2 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 6 de 7
Assistência social: 5 de 9
Habitação e transporte: 2 de 7
Educação, esporte e cultura: 4 de 4
Organizações da sociedade civil: 1 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 5 de 7
Perfil socioeconômico: 3 de 7
Assistência social: 4 de 9
Habitação e transporte: 4 de 7
Educação, esporte e cultura: 4 de 4
Organizações da sociedade civil: 2 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 4 de 7
Assistência social: 6 de 9
Habitação e transporte: 4 de 7
Educação, esporte e cultura: 3 de 4
Organizações da sociedade civil: 1 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 2 de 7
Perfil socioeconômico: 6 de 7
Assistência social: 7 de 9
Habitação e transporte: 2 de 7
Educação, esporte e cultura: 2 de 4
Organizações da sociedade civil: 3 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 4 de 7
Assistência social: 4 de 9
Habitação e transporte: 4 de 7
Educação, esporte e cultura: 4 de 4
Organizações da sociedade civil: 0 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 3 de 7
Perfil socioeconômico: 5 de 7
Assistência social: 3 de 9
Habitação e transporte: 4 de 7
Educação, esporte e cultura: 1 de 4
Organizações da sociedade civil: 2 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 5 de 7
Perfil socioeconômico: 4 de 7
Assistência social: 2 de 9
Habitação e transporte: 2 de 7
Educação, esporte e cultura: 1 de 4
Organizações da sociedade civil: 2 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 3 de 7
Assistência social: 1 de 9
Habitação e transporte: 2 de 7
Educação, esporte e cultura: 3 de 4
Organizações da sociedade civil: 2 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 2 de 7
Perfil socioeconômico: 4 de 7
Assistência social: 4 de 9
Habitação e transporte: 1 de 7
Educação, esporte e cultura: 0 de 4
Organizações da sociedade civil: 3 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 2 de 7
Assistência social: 1 de 9
Habitação e transporte: 1 de 7
Educação, esporte e cultura: 2 de 4
Organizações da sociedade civil: 2 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 2 de 7
Perfil socioeconômico: 3 de 7
Assistência social: 1 de 9
Habitação e transporte: 2 de 7
Educação, esporte e cultura: 1 de 4
Organizações da sociedade civil: 0 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 2 de 7
Perfil socioeconômico: 1 de 7
Assistência social: 1 de 9
Habitação e transporte: 3 de 7
Educação, esporte e cultura: 1 de 4
Organizações da sociedade civil: 0 de 4
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 2 de 7
Perfil socioeconômico: 4 de 7
Assistência social: 1 de 9
Habitação e transporte: 1 de 7
Educação, esporte e cultura: 0 de 4
Organizações da sociedade civil: 0 de 4
As tabelas completas
12,3Pior que a média do município
25,1Pior valor entre as regiões
—Nenhum registro na região
Ranking geral38 indicadores em 6 eixos
Ranking geral das regiões de Guaratinguetá: quantos indicadores de cada eixo ficam piores que a média do município em cada região, o total, a posição.
Região
Perfil demográfico7 indicadores
Perfil socioeconômico7 indicadores
Assistência social9 indicadores
Habitação e transporte7 indicadores
Educação, esporte e cultura4 indicadores
Organizações da sociedade civil4 indicadores
Piores que a média
Posição
Região 8Engenheiro Neiva, Jardim Primavera
4
4
7
2
3
3
23 de 38 (60,5%)
1º
Região 14Zona Rural Sul, Pinheiral
2
5
6
4
4
2
23 de 38 (60,5%)
1º
Região 12Santa Luzia, Retiro, Pingo de Ouro
4
4
6
4
3
1
22 de 38 (57,9%)
2º
Região 13Pedreira, Piedade, Tamandaré
2
6
7
2
2
3
22 de 38 (57,9%)
2º
Região 6São Bento, Vila Brasil
4
6
5
2
4
1
22 de 38 (57,9%)
2º
Região 7Clube dos 500, Rio Comprido
5
3
4
4
4
2
22 de 38 (57,9%)
2º
Região 15Zona Rural Norte, Pilões
4
4
4
4
4
0
20 de 38 (52,6%)
3º
Região 5Nova Guará, Cohab, Beira Rio
3
5
3
4
1
2
18 de 38 (47,4%)
4º
Região 9Jardim Esperança, Parque do Sol
5
4
2
2
1
2
16 de 38 (42,1%)
5º
Região 10São Dimas, São Manoel, Piagui
4
3
1
2
3
2
15 de 38 (39,5%)
6º
Região 4Centro Histórico, São Benedito
2
4
4
1
0
3
14 de 38 (36,8%)
7º
Região 11Santa Clara, São Francisco
4
2
1
1
2
2
12 de 38 (31,6%)
8º
Região 3Jardim Rony, Rodrigues Alves
2
3
1
2
1
0
9 de 38 (23,7%)
9º
Região 2Bela Vista, Pedregulho
2
4
1
1
0
0
8 de 38 (21,1%)
10º
Região 1Vila Paraíba, Portal das Colinas
2
1
1
3
1
0
8 de 38 (21,1%)
10º
Fonte: Volume único, Ranking geral de indicadores da pesquisa documental, a partir dos seis mapas sociais.
Perfil demográfico7 indicadores
Mapa social do eixo perfil demográfico em Guaratinguetá: o valor de cada indicador por região, a média do município, a contagem de indicadores piores que a média.
Região
Densidade domiciliarmoradores por domicílio
População residente com idade de 0 a 9 anos
População residente com idade de 10 a 19 anos
População residente com idade de 20 a 29 anos
População residente com idade de 30 a 59 anos
População residente com idade de 60 anos ou mais
Índice de envelhecimento
Piores que a média
Média do município
2,82maior é pior
11,5%maior é pior
12,0%maior é pior
13,4%maior é pior
43,9%maior é pior
19,2%maior é pior
110,5%maior é pior
Região 1Vila Paraíba, Portal das Colinas
2,53
8,0%
10,0%
10,8%
42,5%
28,6%, pior que a média
218,5%, pior que a média
2 de 7 (28,6%)
Região 4Centro Histórico, São Benedito
2,54
8,6%
9,7%
11,6%
41,2%
28,9%, pior que a média
218,7%, pior que a média
2 de 7 (28,6%)
Região 2Bela Vista, Pedregulho
2,57
9,5%
9,8%
13,0%
42,6%
25,1%, pior que a média
173,7%, pior que a média
2 de 7 (28,6%)
Região 14Zona Rural Sul, Pinheiral
2,74
12,4%, pior que a média
13,6%, pior que a média
12,2%
43,1%
18,6%
97,5%
2 de 7 (28,6%)
Região 13Pedreira, Piedade, Tamandaré
2,74
12,0%, pior que a média
11,8%
13,4%
44,5%, pior que a média
18,2%
103,8%
2 de 7 (28,6%)
Região 3Jardim Rony, Rodrigues Alves
2,50
7,2%
7,8%
11,8%
41,8%
31,2%, pior valor entre as regiões
299,7%, pior valor entre as regiões
2 de 7 (28,6%)
Região 5Nova Guará, Cohab, Beira Rio
2,83, pior que a média
9,7%
11,7%
13,0%
42,7%
22,9%, pior que a média
150,2%, pior que a média
3 de 7 (42,9%)
Região 11Santa Clara, São Francisco
2,96, pior que a média
12,5%, pior que a média
12,1%, pior que a média
13,3%
46,6%, pior que a média
15,2%
81,7%
4 de 7 (57,1%)
Região 12Santa Luzia, Retiro, Pingo de Ouro
3,05, pior que a média
14,1%, pior que a média
14,1%, pior que a média
14,8%, pior que a média
43,0%
13,9%
66,1%
4 de 7 (57,1%)
Região 10São Dimas, São Manoel, Piagui
2,88, pior que a média
13,1%, pior que a média
12,6%, pior que a média
13,1%
47,2%, pior valor entre as regiões
13,9%
71,1%
4 de 7 (57,1%)
Região 8Engenheiro Neiva, Jardim Primavera
3,03, pior que a média
12,1%, pior que a média
12,3%, pior que a média
16,2%, pior valor entre as regiões
42,9%
16,4%
89,0%
4 de 7 (57,1%)
Região 15Zona Rural Norte, Pilões
3,15, pior valor entre as regiões
12,2%, pior que a média
12,6%, pior que a média
13,1%
44,0%, pior que a média
17,7%
96,2%
4 de 7 (57,1%)
Região 6São Bento, Vila Brasil
2,96, pior que a média
14,6%, pior valor entre as regiões
14,8%, pior valor entre as regiões
15,1%, pior que a média
41,2%
14,3%
64,8%
4 de 7 (57,1%)
Região 7Clube dos 500, Rio Comprido
2,85, pior que a média
12,1%, pior que a média
13,0%, pior que a média
13,5%, pior que a média
45,4%, pior que a média
16,0%
86,5%
5 de 7 (71,4%)
Região 9Jardim Esperança, Parque do Sol
3,02, pior que a média
12,2%, pior que a média
13,4%, pior que a média
14,6%, pior que a média
45,5%, pior que a média
14,3%
76,3%
5 de 7 (71,4%)
Fontes: IBGE, Censo 2022.
Perfil socioeconômico7 indicadores
Mapa social do eixo perfil socioeconômico em Guaratinguetá: o valor de cada indicador por região, a média do município, a contagem de indicadores piores que a média.
Região
Renda nominal per capitaR$
Renda per capita domiciliar de até 1/2 SM
Renda per capita domiciliar de até 1/8 SMpor mil dom.
Razão de dependência total
Unidades domésticas monoparentais femininas
Unidades domésticas monoparentais masculinas
Unidades domésticas estendidas ou compostas
Piores que a média
Média do município
798,6menor é pior
17,8%maior é pior
7,9maior é pior
57,5%maior é pior
27,5%maior é pior
13,7%maior é pior
17,6%maior é pior
Região 1Vila Paraíba, Portal das Colinas
3.126,0
1,3%
—nenhum registro
71,7%, pior que a média
25,9%
12,5%
10,9%
1 de 7 (14,3%)
Região 11Santa Clara, São Francisco
700,6, pior que a média
13,6%
3,9
50,2%
24,8%
9,9%
17,8%, pior que a média
2 de 7 (28,6%)
Região 3Jardim Rony, Rodrigues Alves
1.356,5
4,0%
1,3
71,4%, pior que a média
32,8%, pior que a média
14,7%, pior que a média
17,5%
3 de 7 (42,9%)
Região 10São Dimas, São Manoel, Piagui
788,3, pior que a média
20,1%, pior que a média
9,1, pior que a média
50,3%
22,8%
11,9%
15,0%
3 de 7 (42,9%)
Região 7Clube dos 500, Rio Comprido
645,6, pior que a média
21,5%, pior que a média
4,4
52,7%
22,5%
14,0%, pior que a média
16,3%
3 de 7 (42,9%)
Região 2Bela Vista, Pedregulho
1.010,5
10,5%
6,7
65,5%, pior que a média
33,8%, pior que a média
14,7%, pior que a média
18,0%, pior que a média
4 de 7 (57,1%)
Região 9Jardim Esperança, Parque do Sol
534,5, pior que a média
20,6%, pior que a média
9,2, pior que a média
49,1%
23,5%
12,2%
17,8%, pior que a média
4 de 7 (57,1%)
Região 12Santa Luzia, Retiro, Pingo de Ouro
421,5, pior que a média
32,1%, pior que a média
11,9, pior que a média
53,7%
21,9%
13,3%
18,0%, pior que a média
4 de 7 (57,1%)
Região 15Zona Rural Norte, Pilões
401,6, pior que a média
35,4%, pior que a média
11,9, pior que a média
56,8%
15,9%
15,8%, pior que a média
15,3%
4 de 7 (57,1%)
Região 4Centro Histórico, São Benedito
985,4
10,8%
6,1
72,6%, pior valor entre as regiões
37,6%, pior valor entre as regiões
16,4%, pior que a média
19,4%, pior que a média
4 de 7 (57,1%)
Região 8Engenheiro Neiva, Jardim Primavera
398,3, pior valor entre as regiões
24,2%, pior que a média
15,4, pior valor entre as regiões
53,6%
24,0%
13,0%
22,1%, pior valor entre as regiões
4 de 7 (57,1%)
Região 5Nova Guará, Cohab, Beira Rio
743,1, pior que a média
16,5%
10,2, pior que a média
61,5%, pior que a média
30,3%, pior que a média
13,1%
18,8%, pior que a média
5 de 7 (71,4%)
Região 14Zona Rural Sul, Pinheiral
418,3, pior que a média
37,4%, pior valor entre as regiões
13,9, pior que a média
60,7%, pior que a média
16,7%
17,5%, pior valor entre as regiões
14,3%
5 de 7 (71,4%)
Região 13Pedreira, Piedade, Tamandaré
448,8, pior que a média
25,1%, pior que a média
10,8, pior que a média
55,7%
31,3%, pior que a média
16,1%, pior que a média
20,2%, pior que a média
6 de 7 (85,7%)
Região 6São Bento, Vila Brasil
434,9, pior que a média
26,3%, pior que a média
11,1, pior que a média
57,1%
31,7%, pior que a média
14,3%, pior que a média
19,6%, pior que a média
6 de 7 (85,7%)
Fontes: IBGE, Censo 2010; IBGE, Censo 2022.
Assistência social9 indicadores
Mapa social do eixo assistência social em Guaratinguetá: o valor de cada indicador por região, a média do município, a contagem de indicadores piores que a média.
Região
Pessoas inscritas no CadÚnico
Pessoas no CadÚnico com cadastro desatualizado
Pessoas no CadÚnico com cadastro atualizado
Pessoas com deficiência inscritas no CadÚnico
Pessoas com deficiência que recebem PBF
Pessoas com deficiência beneficiárias do BPCpor mil hab.
Pessoas idosas beneficiárias do BPC
Pessoas com deficiência acompanhadas pelo PAIFpor mil hab.
Pessoas com deficiência acompanhadas pelo PAEFIpor mil hab.
Piores que a média
Média do município
26,9%maior é pior
4,9%maior é pior
21,9%maior é pior
9,9%maior é pior
24,1%maior é pior
10,4maior é pior
6,5%maior é pior
4,2maior é pior
0,6maior é pior
Região 3Jardim Rony, Rodrigues Alves
4,7%
1,0%
3,7%
13,3%, pior que a média
15,8%
4,7
1,8%
—nenhum registro
0,3
1 de 9 (11,1%)
Região 2Bela Vista, Pedregulho
17,9%
3,6%
14,3%
13,0%, pior que a média
20,3%
8,4
5,1%
0,2
0,6
1 de 9 (11,1%)
Região 11Santa Clara, São Francisco
21,6%
4,2%
17,4%
10,8%, pior que a média
22,6%
6,3
4,1%
—nenhum registro
0,2
1 de 9 (11,1%)
Região 10São Dimas, São Manoel, Piagui
22,8%
4,1%
18,7%
9,6%
21,8%
6,9
5,2%
0,1
0,7, pior que a média
1 de 9 (11,1%)
Região 1Vila Paraíba, Portal das Colinas
2,1%
0,3%
1,8%
23,3%, pior valor entre as regiões
5,0%
2,1
0,7%
2,3
—nenhum registro
1 de 9 (11,1%)
Região 9Jardim Esperança, Parque do Sol
24,8%
4,8%
20,0%
9,0%
27,0%, pior que a média
7,3
5,8%
16,3, pior que a média
0,1
2 de 9 (22,2%)
Região 5Nova Guará, Cohab, Beira Rio
24,0%
4,3%
19,6%
12,2%, pior que a média
27,0%, pior que a média
7,9
4,1%
18,0, pior valor entre as regiões
0,4
3 de 9 (33,3%)
Região 4Centro Histórico, São Benedito
25,8%
4,2%
21,6%
10,3%, pior que a média
25,3%, pior que a média
15,6, pior que a média
8,1%, pior que a média
0,5
0,5
4 de 9 (44,4%)
Região 7Clube dos 500, Rio Comprido
26,9%
5,9%, pior que a média
21,0%
11,8%, pior que a média
20,8%
10,4
9,1%, pior que a média
0,1
0,7, pior que a média
4 de 9 (44,4%)
Região 15Zona Rural Norte, Pilões
30,1%, pior que a média
4,8%
25,3%, pior que a média
9,3%
24,8%, pior que a média
3,0
1,3%
5,6, pior que a média
0,2
4 de 9 (44,4%)
Região 6São Bento, Vila Brasil
37,1%, pior que a média
6,9%, pior que a média
30,2%, pior que a média
9,3%
29,1%, pior valor entre as regiões
5,0
4,9%
—nenhum registro
1,4, pior que a média
5 de 9 (55,6%)
Região 12Santa Luzia, Retiro, Pingo de Ouro
39,6%, pior que a média
7,1%, pior que a média
32,5%, pior que a média
8,7%
24,3%, pior que a média
12,7, pior que a média
8,7%, pior que a média
—nenhum registro
0,2
6 de 9 (66,7%)
Região 14Zona Rural Sul, Pinheiral
45,1%, pior que a média
6,1%, pior que a média
39,0%, pior que a média
8,2%
17,2%
17,4, pior que a média
12,7%, pior que a média
3,6
1,3, pior que a média
6 de 9 (66,7%)
Região 13Pedreira, Piedade, Tamandaré
36,8%, pior que a média
6,4%, pior que a média
30,5%, pior que a média
8,2%
26,3%, pior que a média
14,4, pior que a média
8,0%, pior que a média
1,1
2,2, pior valor entre as regiões
7 de 9 (77,8%)
Região 8Engenheiro Neiva, Jardim Primavera
73,6%, pior valor entre as regiões
15,8%, pior valor entre as regiões
57,8%, pior valor entre as regiões
9,7%
26,1%, pior que a média
32,5, pior valor entre as regiões
19,3%, pior valor entre as regiões
1,2
0,8, pior que a média
7 de 9 (77,8%)
Fontes: IBGE, Censo 2022; CECAD, 2024; SMAS, 2024.
Direito à habitação e transporte7 indicadores
Mapa social do eixo direito à habitação e transporte em Guaratinguetá: o valor de cada indicador por região, a média do município, a contagem de indicadores piores que a média.
Região
Domicílios sem energia elétricapor mil dom.
Domicílios sem abastecimento de água da rede geral
Domicílios sem coleta de lixo
Cobertura da rede de esgotamento sanitário
Domicílios com 5 ou mais moradores
Pessoas com deficiência beneficiárias de transporte gratuitopor mil hab.
Pessoas com deficiência com credenciais de estacionamentopor mil hab.
Piores que a média
Média do município
1,8maior é pior
1,8%maior é pior
4,5%maior é pior
89,2%menor é pior
9,6%maior é pior
18,6maior é pior
0,95maior é pior
Região 11Santa Clara, São Francisco
0,4
0,1%
—nenhum registro
99,7%
10,3%, pior que a média
12,9
0,77
1 de 7 (14,3%)
Região 2Bela Vista, Pedregulho
0,5
1,8%
2,2%
99,8%
6,6%
14,9
1,04, pior que a média
1 de 7 (14,3%)
Região 4Centro Histórico, São Benedito
0,8
1,0%
3,3%
97,7%
7,1%
13,0
1,45, pior que a média
1 de 7 (14,3%)
Região 10São Dimas, São Manoel, Piagui
0,5
2,8%, pior que a média
3,6%
95,8%
10,5%, pior que a média
12,3
0,84
2 de 7 (28,6%)
Região 8Engenheiro Neiva, Jardim Primavera
1,3
—nenhum registro
—nenhum registro
99,1%
11,7%, pior que a média
34,5, pior que a média
0,81
2 de 7 (28,6%)
Região 9Jardim Esperança, Parque do Sol
1,9, pior que a média
0,1%
0,1%
96,6%
11,6%, pior que a média
17,5
0,67
2 de 7 (28,6%)
Região 3Jardim Rony, Rodrigues Alves
2,0, pior que a média
2,9%, pior que a média
0,9%
99,1%
5,6%
1,3
0,52
2 de 7 (28,6%)
Região 6São Bento, Vila Brasil
3,5, pior que a média
0,1%
2,4%
95,9%
12,6%, pior que a média
11,5
0,13
2 de 7 (28,6%)
Região 13Pedreira, Piedade, Tamandaré
3,6, pior valor entre as regiões
0,3%
1,1%
78,9%, pior que a média
9,2%
15,5
0,32
2 de 7 (28,6%)
Região 1Vila Paraíba, Portal das Colinas
—nenhum registro
16,5%, pior valor entre as regiões
14,3%, pior que a média
99,9%
5,0%
2,3
1,89, pior que a média
3 de 7 (42,9%)
Região 7Clube dos 500, Rio Comprido
1,9, pior que a média
2,4%, pior que a média
0,5%
93,9%
10,1%, pior que a média
17,4
1,47, pior que a média
4 de 7 (57,1%)
Região 15Zona Rural Norte, Pilões
2,7, pior que a média
0,9%
32,6%, pior que a média
5,2%, pior que a média
10,4%, pior que a média
15,5
0,22
4 de 7 (57,1%)
Região 5Nova Guará, Cohab, Beira Rio
3,5, pior que a média
1,6%
—nenhum registro
94,6%
10,1%, pior que a média
19,2, pior que a média
2,00, pior valor entre as regiões
4 de 7 (57,1%)
Região 12Santa Luzia, Retiro, Pingo de Ouro
3,5, pior que a média
0,5%
1,7%
76,0%, pior que a média
13,5%, pior valor entre as regiões
38,7, pior valor entre as regiões
0,83
4 de 7 (57,1%)
Região 14Zona Rural Sul, Pinheiral
3,2, pior que a média
1,6%
51,3%, pior valor entre as regiões
4,1%, pior valor entre as regiões
9,1%
16,5
0,97, pior que a média
4 de 7 (57,1%)
Fontes: IBGE, Censo 2010; IBGE, Censo 2022; Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana, 2024.
Direito à educação, esporte, cultura e lazer4 indicadores
Mapa social do eixo direito à educação, esporte, cultura e lazer em Guaratinguetá: o valor de cada indicador por região, a média do município, a contagem de indicadores piores que a média.
Região
População residente de 15 anos ou mais não alfabetizada
Pessoas não alfabetizadas responsáveis pelo domicílio
Domicílios por escola no municípiodomicílios por escola
Estudantes matriculados na Educação Especial
Piores que a média
Média do município
2,0%maior é pior
0,7%maior é pior
450,5maior é pior
4,4%maior é pior
Região 2Bela Vista, Pedregulho
0,9%
0,2%
373,0
2,4%
0 de 4 (0,0%)
Região 4Centro Histórico, São Benedito
1,2%
0,2%
173,7
3,0%
0 de 4 (0,0%)
Região 1Vila Paraíba, Portal das Colinas
0,4%
—nenhum registro
468,8, pior que a média
0,2%
1 de 4 (25,0%)
Região 3Jardim Rony, Rodrigues Alves
0,8%
—nenhum registro
764,0, pior que a média
2,5%
1 de 4 (25,0%)
Região 5Nova Guará, Cohab, Beira Rio
1,4%
0,1%
396,0
16,0%, pior valor entre as regiões
1 de 4 (25,0%)
Região 9Jardim Esperança, Parque do Sol
1,5%
0,3%
900,3, pior que a média
3,7%
1 de 4 (25,0%)
Região 11Santa Clara, São Francisco
0,8%
—nenhum registro
872,5, pior que a média
4,5%, pior que a média
2 de 4 (50,0%)
Região 13Pedreira, Piedade, Tamandaré
2,6%, pior que a média
0,4%
758,3, pior que a média
2,9%
2 de 4 (50,0%)
Região 10São Dimas, São Manoel, Piagui
1,6%
1,0%, pior que a média
745,0, pior que a média
5,5%, pior que a média
3 de 4 (75,0%)
Região 8Engenheiro Neiva, Jardim Primavera
2,5%, pior que a média
0,9%, pior que a média
135,5
5,4%, pior que a média
3 de 4 (75,0%)
Região 12Santa Luzia, Retiro, Pingo de Ouro
4,0%, pior que a média
2,0%, pior que a média
460,7, pior que a média
4,1%
3 de 4 (75,0%)
Região 7Clube dos 500, Rio Comprido
3,2%, pior que a média
2,4%, pior que a média
477,4, pior que a média
7,2%, pior que a média
4 de 4 (100,0%)
Região 6São Bento, Vila Brasil
3,2%, pior que a média
1,0%, pior que a média
1.340,0, pior valor entre as regiões
6,6%, pior que a média
4 de 4 (100,0%)
Região 15Zona Rural Norte, Pilões
4,5%, pior que a média
1,4%, pior que a média
737,0, pior que a média
6,6%, pior que a média
4 de 4 (100,0%)
Região 14Zona Rural Sul, Pinheiral
6,0%, pior valor entre as regiões
4,4%, pior valor entre as regiões
564,0, pior que a média
5,1%, pior que a média
4 de 4 (100,0%)
Fontes: IBGE, Censo 2022; INEP, Censo Escolar 2024.
Organizações da sociedade civil4 indicadores
Mapa social do eixo organizações da sociedade civil em Guaratinguetá: o valor de cada indicador por região, a média do município, a contagem de indicadores piores que a média.
Região
Pessoas com deficiência atendidas pela APAEpor mil hab.
Pessoas com deficiência atendidas pelo ILApor mil hab.
Pessoas com deficiência atendidas pelo IAPApor mil hab.
Pessoas com deficiência atendidas pelo Centro de Equoterapiapor mil hab.
Piores que a média
Média do município
2,2maior é pior
0,9maior é pior
0,6maior é pior
0,4maior é pior
Região 15Zona Rural Norte, Pilões
0,9
0,4
0,2
—nenhum registro
0 de 4 (0,0%)
Região 1Vila Paraíba, Portal das Colinas
1,1
0,4
0,4
—nenhum registro
0 de 4 (0,0%)
Região 3Jardim Rony, Rodrigues Alves
1,6
0,8
—nenhum registro
0,3
0 de 4 (0,0%)
Região 2Bela Vista, Pedregulho
2,0
0,6
0,2
0,2
0 de 4 (0,0%)
Região 6São Bento, Vila Brasil
1,1
0,4
—nenhum registro
0,9, pior que a média
1 de 4 (25,0%)
Região 12Santa Luzia, Retiro, Pingo de Ouro
2,1
1,2, pior que a média
0,4
—nenhum registro
1 de 4 (25,0%)
Região 11Santa Clara, São Francisco
1,0
1,5, pior que a média
0,2
0,7, pior que a média
2 de 4 (50,0%)
Região 14Zona Rural Sul, Pinheiral
1,9
1,3, pior que a média
—nenhum registro
0,6, pior que a média
2 de 4 (50,0%)
Região 10São Dimas, São Manoel, Piagui
2,0
1,1, pior que a média
0,2
0,5, pior que a média
2 de 4 (50,0%)
Região 9Jardim Esperança, Parque do Sol
2,3, pior que a média
0,6
0,6
0,6, pior que a média
2 de 4 (50,0%)
Região 7Clube dos 500, Rio Comprido
2,6, pior que a média
0,9
—nenhum registro
1,0, pior que a média
2 de 4 (50,0%)
Região 5Nova Guará, Cohab, Beira Rio
3,0, pior que a média
0,3
2,8, pior valor entre as regiões
0,3
2 de 4 (50,0%)
Região 13Pedreira, Piedade, Tamandaré
2,6, pior que a média
1,1, pior que a média
0,3
0,8, pior que a média
3 de 4 (75,0%)
Região 4Centro Histórico, São Benedito
2,6, pior que a média
1,4, pior que a média
1,2, pior que a média
0,1
3 de 4 (75,0%)
Região 8Engenheiro Neiva, Jardim Primavera
8,1, pior valor entre as regiões
1,6, pior valor entre as regiões
—nenhum registro
1,2, pior valor entre as regiões
3 de 4 (75,0%)
Fontes: IBGE, Censo 2022; APAE, 2024; ILA, 2024; IAPA, 2024; Centro de Equoterapia Arte e Vida, 2024.
Os resultados por tema
Pessoas com deficiência no Censo
No Censo de 2022, 7.510 pessoas de 2 anos ou mais declararam alguma deficiência permanente em Guaratinguetá, 6,5% dessa população. A deficiência física aparece em 53,4% dos casos, 36,5% nos membros inferiores, seguida da visual (46,4%), da auditiva (19,0%) e da intelectual (17,0%); a mesma pessoa pode ter mais de uma. Outras 1.067 pessoas, 0,9% da população, declararam diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA).
pessoas com alguma deficiência permanente, 6,5% da população de 2 anos ou mais
7.510
IBGE, Censo 2022
delas têm deficiência física; 36,5% nos membros inferiores
53,4%
IBGE, Censo 2022
têm deficiência visual
46,4%
IBGE, Censo 2022
pessoas com diagnóstico de autismo, 0,9% da população
1.067
IBGE, Censo 2022
CadÚnico e BPC
Em 2024, 31.697 pessoas estavam inscritas no CadÚnico em Guaratinguetá, 26,9% da população, e 25.878 tinham o cadastro atualizado. Entre estas, 2.572 têm deficiência (9,9%), sobretudo física (38,0%) e mental ou intelectual (24,4%); 56,1% recebem algum tipo de ajuda, em 86,2% dos casos da família, e só 24,1% recebem o Bolsa Família. O BPC chegava a 2.697 pessoas, 1.226 delas (45,5%) com deficiência.
pessoas com deficiência no CadÚnico, 9,9% dos cadastros atualizados
2.572
CECAD, 2024
delas recebem algum tipo de ajuda; 86,2% dessas, de alguém da família
56,1%
CECAD, 2024
recebem o Programa Bolsa Família (PBF)
24,1%
CECAD, 2024
beneficiários do BPC por deficiência, 45,5% dos 2.697 do município
1.226
SMAS, 2024
PAIF, SCFV, PAEFI e acolhimento
Em 2024, o PAIF acompanhou 501 pessoas com deficiência em Guaratinguetá, 4,2 por mil habitantes, 429 delas nas Regiões 9 e 5; 49,1% têm deficiência intelectual. O SCFV, ofertado por organizações parceiras, atendeu só quatro pessoas com deficiência, e o PAEFI acompanhou 67, 32,8% delas em acolhimento institucional. O município não tem serviço de acolhimento específico para pessoas com deficiência: 87 estavam acolhidas em quatro instituições de longa permanência para idosos (ILPIs) e numa casa lar, 48,3% na Irmandade Santa Isabel.
pessoas com deficiência acompanhadas pelo PAIF; 49,1% com deficiência intelectual
501
SMAS, 2024
pessoas com deficiência atendidas pelo SCFV
4
SMAS, 2024
pessoas com deficiência acompanhadas pelo PAEFI; 32,8% em acolhimento institucional
67
SMAS, 2024
pessoas com deficiência em acolhimento institucional; 63,2% com deficiência mental ou intelectual
87
SMAS, 2024
Trabalho formal
Em 2023, Guaratinguetá tinha 45.128 trabalhadores formais, 45,6% da população de 14 anos ou mais; 709 tinham alguma deficiência, 1,6% do total. Entre eles predominam homens (67,6%) e as deficiências física (37,2%), visual (26,0%) e auditiva (14,2%). 87,4% são contratados pela CLT, 38,1% recebem de 2 a 5 salários mínimos, e professor de nível médio no ensino fundamental é a ocupação mais comum (10,6%).
trabalhadores formais com deficiência, 1,6% dos 45.128 do município
709
RAIS, 2023
deles têm deficiência física
37,2%
RAIS, 2023
são contratados pela CLT
87,4%
RAIS, 2023
recebem de 2 a 5 salários mínimos
38,1%
RAIS, 2023
Escolas, Educação Especial e esporte
Em 2024, Guaratinguetá tinha 93 escolas, 46 municipais, 4 delas rurais. A acessibilidade é limitada: 65,6% têm banheiro acessível, 51,6% rampas, 24,7% sala de recursos multifuncionais para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e 7,5% pisos táteis; na rede estadual, só 18,8% têm rampas. Das 26.213 matrículas, 1.144 (4,4%) são da Educação Especial, 77,6% delas inclusivas. Os cinco projetos esportivos adaptados da Secretaria Municipal de Esportes tinham 85 vagas e 80 participantes.
escolas em atividade; 65,6% com banheiro acessível e 51,6% com rampas
93
INEP, Censo Escolar 2024
das escolas têm sala de recursos multifuncionais para o AEE
24,7%
INEP, Censo Escolar 2024
estudantes na Educação Especial, 4,4% das matrículas; 77,6% em classes inclusivas
1.144
INEP, Censo Escolar 2024
vagas em cinco projetos esportivos adaptados, com 80 participantes
85
Secretaria Municipal de Esportes, 2024
Organizações da sociedade civil
Quatro organizações da sociedade civil informaram os seus atendimentos de 2024. A APAE, fundada em 1968, atendia 264 pessoas com deficiência, 57,2% com deficiência mental ou intelectual e 33,7% com TEA; o Instituto Lucas Amoroso, fundado em 2006, 105, 71,4% de 0 a 17 anos; o Instituto Asas para Anjos, 66; e o Centro de Equoterapia Arte e Vida, 52, 90,4% de 0 a 17 anos. Segundo notícia de novembro de 2025 citada no relatório, o centro de equoterapia encerrou as atividades no município por falta de verba.
pessoas com deficiência atendidas pela APAE; 33,7% com TEA
264
APAE, 2024
atendidas pelo ILA; 71,4% de 0 a 17 anos
105
ILA, 2024
atendidas pelo IAPA
66
IAPA, 2024
atendidas pelo Centro de Equoterapia Arte e Vida, 90,4% de 0 a 17 anos
52
Centro de Equoterapia Arte e Vida, 2024
O que disseram pessoas com deficiência
A pesquisa quantitativa fez 480 entrevistas válidas de 8 a 26 de setembro de 2025, em visitas presenciais a domicílios e instituições, com questionário aplicado em tablet e auditado à distância em tempo real. A amostra é intencional, estratificada por tipo de deficiência, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 4,3%; o questionário foi elaborado com a Comissão de Acompanhamento e testado numa pesquisa piloto. Responderam 141 pessoas com deficiência e, nas outras 339 entrevistas (70,6%), um responsável de 18 anos ou mais.
Os entrevistados vivem nas 15 regiões; 53,5% são homens, 20,6% têm até 17 anos e 51,5% têm duas ou mais deficiências. A pesquisa qualitativa fez 28 entrevistas em profundidade, sete com cada grupo: empregadores, instituições, familiares e educadores, com 111 perguntas ao todo, lidas por análise de conteúdo.
Entrevistas em profundidade
Empregadores
7
participantes
Instituições (ONGs)
7
participantes
Familiares
7
participantes
Educadores
7
participantes
O que a pesquisa encontrou
01
34,0% dos entrevistados não sabem ler nem escrever o próprio nome; entre os 99 de até 17 anos, cerca de 88% estudam, e ninguém de 60 anos ou mais estuda.
02
Dos 392 entrevistados de 15 anos ou mais, só 18 (4,6%) trabalham e 37,8% nunca trabalharam, proporção que chega a 87,2% entre as pessoas com TEA; 94,9% nunca participaram de um programa de inclusão no trabalho.
03
54,6% sentem dificuldade para caminhar nas calçadas, e 15,8% não saem de casa porque a condição física não permite, 32,9% entre os que têm três ou mais deficiências.
04
71,9% não conhecem os direitos das pessoas com deficiência, e 88,1% não conhecem o conselho municipal dos direitos da pessoa com deficiência.
05
14,8% (71 pessoas) já sofreram violência, 25,4% entre as pessoas com TEA; 60,6% delas não denunciaram, e 63,4% não receberam apoio.
06
Nas 28 entrevistas em profundidade, os quatro grupos apontaram, de forma unânime, a falta de um Centro de Referência para a pessoa com deficiência; a falta de capacitação profissional, as dificuldades de infraestrutura e a importância da APAE aparecem nos 4 grupos.
Fonte: Volume único, pesquisa quantitativa e entrevistas em profundidade de 2025.
Considerações e recomendações
A análise propositiva da pesquisa qualitativa aponta como principal gargalo a falta de articulação entre os setores e a ausência de um ponto central de referência, que fragmentam o atendimento entre saúde, educação e assistência social e sobrecarregam famílias e instituições. Ela reúne nove recomendações prioritárias em cinco dimensões: gestão e articulação, educação inclusiva, saúde e reabilitação, trabalho e empregabilidade, e acessibilidade e transporte. Sete delas têm prioridade alta.
A análise propositiva da pesquisa quantitativa acrescenta ações para as famílias, como grupos de irmãos e acolhimento aos pais, o Centro-Dia e as Residências Inclusivas na rede socioassistencial, a Educação de Jovens e Adultos (EJA), o emprego apoiado e a formação em Libras e Braille.
O que o diagnóstico recomenda
Criar um Centro de Referência para a Pessoa com Deficiência, um poupatempo da pessoa com deficiência que centralize o atendimento inicial, a orientação, o encaminhamento e o apoio psicossocial.
Fortalecer o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Criar um Programa Municipal de Formação Continuada para Educadores e fortalecer o Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Ampliar a Rede de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência.
Oferecer um programa de apoio psicológico aos familiares.
Criar o Programa Municipal Emprego Inclusivo, com banco de talentos, capacitação profissional, sensibilização das empresas para a Lei de Cotas e emprego apoiado.
Elaborar um Plano Municipal de Acessibilidade Urbana e melhorar o transporte público adaptado.
Fonte: Volume único, Análise propositiva e recomendações da pesquisa qualitativa.
Os relatórios na íntegra
O relatório, com 243 páginas, aberto em PDF, sem cadastro.
Quem fez o diagnóstico das pessoas com deficiência de Guaratinguetá?
A Painel Pesquisas e Consultoria, vencedora do processo licitatório PE 153/2024, com o contrato SLC nº 021/25. O diagnóstico foi iniciativa da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) de Guaratinguetá, com participação do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, e foi viabilizado por recurso da Câmara Municipal, por meio da sua Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Uma Comissão de Acompanhamento validou as etapas, e o volume único foi concluído em janeiro de 2026.
Quais regiões de Guaratinguetá concentram os piores indicadores para as pessoas com deficiência?
No ranking geral dos 38 indicadores do diagnóstico de Guaratinguetá, as Regiões 8 (Engenheiro Neiva, Jardim Primavera e Vila das Cinzas) e 14 (Zona Rural Sul e Pinheiral) ficam piores que a média do município em 23, 60,5% do total. Vêm a seguir as Regiões 12, 13, 6 e 7, com 22 cada. Na Região 8, 73,6% da população está no CadÚnico; as Regiões 3, 2 e 1 ficam piores que a média em 9 ou 8 indicadores.
De onde vêm os dados do diagnóstico de Guaratinguetá?
Do Censo Demográfico do IBGE de 2022 e, para a renda, de 2010; do CadÚnico de 2024, pelo CECAD; da RAIS de 2023 e do Censo Escolar do INEP de 2024; e dos registros de 2024 da Secretaria Municipal de Assistência Social de Guaratinguetá, como BPC, PAIF, PAEFI e acolhimento, das secretarias de Esportes e de Segurança e Mobilidade Urbana e de quatro organizações da sociedade civil. Somam-se a pesquisa quantitativa e as entrevistas em profundidade de 2025.
Quantas pessoas com deficiência foram ouvidas em Guaratinguetá?
A pesquisa quantitativa fez 480 entrevistas válidas em Guaratinguetá, de 8 a 26 de setembro de 2025, nas 15 regiões do município: 141 com a própria pessoa com deficiência e 339 com um responsável de 18 anos ou mais. A amostra é intencional, estratificada por tipo de deficiência, com 95% de confiança e margem de erro de 4,3%. A pesquisa qualitativa fez ainda 28 entrevistas em profundidade com empregadores, instituições, familiares e educadores.
O que o diagnóstico recomenda para as pessoas com deficiência em Guaratinguetá?
A principal recomendação é criar em Guaratinguetá um Centro de Referência para a Pessoa com Deficiência, cuja falta foi apontada de forma unânime nas entrevistas, para centralizar o atendimento, a orientação e o encaminhamento. As nove recomendações prioritárias incluem ainda fortalecer o conselho municipal e o Atendimento Educacional Especializado, formar educadores, ampliar a rede de saúde, apoiar psicologicamente as famílias, criar o programa Emprego Inclusivo, um plano de acessibilidade urbana e melhorar o transporte adaptado.