Jacobina/BA — Diagnóstico Social para Identificação de Violências contra Adolescentes e Jovens
A Painel Pesquisas e Consultoria realizou o diagnóstico social das violências contra adolescentes e jovens de Jacobina, idealizado pelo Ministério Público do Estado da Bahia, com apoio do Município. Publicados em 2024, os dois volumes comparam 31 indicadores entre as 13 regiões do município, analisam os 177 homicídios registrados de 2020 a 2023 e trazem o plano de ação construído com a rede.
31 indicadores em 13 regiões. Adolescentes e rede ouvidos.
Iniciativa
Ministério Público do Estado da Bahia, com apoio do Município
Período
2024 a 2025
Regiões
13, sendo 8 urbanas, a zona rural e 4 de distritos
Indicadores
31 por região, em 6 eixos
Relatórios
2 volumes, 251 páginas
Pessoas ouvidas
7 profissionais da rede e 10 adolescentes
Sobre o diagnóstico
O Diagnóstico Social para Identificação de Violências contra Adolescentes e Jovens de Jacobina foi idealizado pelo Ministério Público do Estado da Bahia, com apoio do Município de Jacobina, e executado pela Painel Pesquisas e Consultoria. Uma Comissão de Acompanhamento do Diagnóstico participou da divisão do território, e a Painel promoveu, em janeiro de 2024, uma formação dos profissionais que atendem adolescentes e jovens no município.
Seu objetivo é subsidiar a elaboração do Plano Municipal de Prevenção à Violência Letal contra Adolescentes e Jovens, com dados por território que mostrem onde a violência e a vulnerabilidade se concentram. Para isso, reúne informações da assistência social, da educação, da saúde, da segurança pública e do Conselho Tutelar, além das bases oficiais.
O Volume 1 reúne o histórico dos direitos de adolescentes e jovens, o perfil demográfico e socioeconômico, a educação, a rede de assistência social, os registros de segurança pública, de violência no SINAN e de óbitos e homicídios, com o mapa social de cada eixo, o ranking geral das regiões e a pesquisa qualitativa. O Volume 2 retoma os mapas sociais, apresenta os destaques de cada região e traz o Plano de Ação.
O município de Jacobina
Jacobina fica no centro-norte da Bahia, a 339 km de Salvador, e tem a economia movida pela mineração, pela agricultura e pela pecuária. Entre os Censos de 2010 e 2022, sua população cresceu 4,2%.
habitantes
82.590
IBGE, Censo 2022
da população tem de 0 a 18 anos
27,1%
IBGE, Censo 2022
da população na área urbana
70,5%
IBGE, Censo 2010
IDHM, faixa média: 42º entre os 417 municípios da Bahia
0,649
Atlas Brasil, 2010
índice de Gini, ante 0,65 em 2000
0,55
Atlas Brasil, 2010
Como foi feito
Com a Comissão de Acompanhamento do Diagnóstico, Jacobina foi dividida em 13 regiões geográficas de perfil socioeconômico semelhante, com base nos limites político-administrativos e nos setores censitários do IBGE: oito regiões na sede urbana, a zona rural e quatro regiões formadas pelos distritos.
Cada indicador é calculado sobre a população da região, em percentual ou em taxa por mil habitantes, e comparado com a média do município; em cada indicador, as regiões são agrupadas em quintis, de muito baixo a muito alto. Os dados da rede e das bases oficiais cobrem janeiro a dezembro de 2023, com séries históricas do SINAN (2019 a 2022) e do SIM (2020 a 2023); a população de cada região vem do Censo Demográfico de 2010.
Em 18 de julho de 2024, a Painel apresentou os resultados aos profissionais da rede, de forma remota, e conduziu nos dias 18 e 19 os grupos focais da pesquisa qualitativa. Com os mesmos participantes, começou a elaboração do Plano de Ação.
Caeira; Incoop; Missão; Vila Feliz; Condomínio Morada Real; Condomínio Morro do Ouro; Ladeira Vermelha.
Urbana
5.930
2.023
Região 7
Caixa D'água; Félix Thomas; Conceição.
Urbana
5.105
1.765
Região 8
Bananeira; Leader; Matriz.
Urbana
5.452
1.817
Região 9
Zona Rural de Jacobina; Alto Alegre; Barro Branco; Barrocão de Cima; Cafelândia; Coxo; Gonçalo; Itapicuru; Jenipapo; Malhadinha; Marotinho; Moreira; Mutuca; Olhos D'água; Pau Ferro; Paudarquinho; Santa Cruz; Soropó; Tombador do Araújo; Velame.
Rural
6.398
2.133
Região 10
Distrito Catinga do Moura; Distrito de Lages do Batata.
Distrital
8.135
2.598
Região 11
Distrito de Cachoeira Grande; Distrito Itaitu.
Distrital
2.237
772
Região 12
Distrito Itapeipu; Estrada do Esconso.
Distrital
7.790
2.362
Região 13
Distrito Junco; Distrito Novo Paraíso; Curral Velho.
Distrital
7.100
2.236
Fonte da população: IBGE, Censo 2010.
Rede de atendimento do município, 2023
Atendimentos do Conselho Tutelar
Atendimentos do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS)
Atendimentos do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM)
Serviço de Acolhimento Institucional
Organizações da Sociedade Civil (OSCs)
Ocorrências registradas na Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP/BA)
Bases oficiais
Censo Demográfico do IBGE, 2010 (microdados e agregados) e 2022
Censo Escolar do INEP, 2022 e 2023
DATASUS: SINAN, 2019 a 2022, e SIM, 2020 a 2023
RAIS e CAGED, 2022
Atlas Brasil, 2010
Os resultados em números
O Volume 1 calcula 31 indicadores para cada uma das 13 regiões, em seis eixos: perfil demográfico, perfil socioeconômico, educação, assistência social, segurança pública e óbitos e homicídios. Nos quatro eixos com mais de três indicadores, o mapa social compara as regiões com a média do município, e o ranking geral soma os indicadores em que cada região fica pior que a média.
indicadores da Região 4 (Jacobina 3, Novo Amanhecer) piores que a média do município, a primeira do ranking
23 de 31
Volume 1, 2024
homicídios de 2020 a 2023, 80,2% por arma de fogo; 99 vítimas tinham de 12 a 29 anos
177
SIM, 2020–2023
adolescentes e jovens vítimas de ocorrências registradas pela SSP/BA, 2,6% da população de 12 a 29 anos
674
SSP/BA, 2023
adolescentes e jovens vítimas de violência notificados no SINAN, 73,4% do sexo feminino
158
SINAN, 2019–2022
de abandono no ensino médio, ante 11,7% na Bahia e 5,7% no Brasil
13,7%
INEP, Censo Escolar 2022
Mapa social por eixo
Escolha um eixo para ver no mapa quantos indicadores de cada uma das 13 regiões ficam piores que a média. Selecione uma região, no mapa ou na lista, para ver em quais indicadores ela fica pior que a média do município. As tabelas completas vêm logo abaixo.
Ranking geral
31 indicadores em 6 eixos
Somados os 31 indicadores, a Região 4 (Jacobina 3, Novo Amanhecer) fica pior que a média em 23 (74,2%) e lidera o ranking geral, seguida da Região 9, a zona rural, com 20 (64,5%), da Região 1, que inclui o Centro, com 18, e da Região 13 (Junco, Novo Paraíso), com 17. As Regiões 2 e 3 ficam piores que a média em 5. Os indicadores de educação e de assistência social entram no ranking sem mapa social próprio.
A Região 4 tem a maior densidade domiciliar (3,40 moradores por domicílio) e as maiores proporções de pessoas de 0 a 11 anos (26,4%) e de 12 a 18 anos (16,0%). A Região 1, que inclui o Centro, tem a maior proporção de adultos de 30 a 59 anos (39,5%) e o maior índice de envelhecimento (71,3%); as Regiões 12 e 13 têm as maiores proporções de pessoas idosas (16,2% e 15,8%).
As Regiões 4, 9 e 10 ficam piores que a média nos 6 indicadores. A Região 4 tem a menor renda nominal per capita (R$ 168,90), a maior proporção de domicílios com renda per capita de até 1/2 salário-mínimo (70,3%) e a maior taxa de adolescentes responsáveis pelo domicílio (12,0 por mil); a renda per capita da Região 1 (R$ 695,30) é 4,1 vezes a da Região 4.
As Regiões 1 e 5 ficam piores que a média nos 8 indicadores, e a Região 4, em 6. A Região 4 tem as maiores taxas de adolescentes e jovens vítimas (29,2 por mil) e autores (26,8 por mil) de violência; a Região 1 tem a maior taxa de vítimas de roubo, furto ou estelionato (33,9 por mil), e a Região 5, a de vítimas de outros tipos de ocorrência (7,2 por mil).
A Região 1, que inclui o Centro, tem a maior taxa de óbitos por causas externas por local de ocorrência (12,9 por mil habitantes) e a maior taxa de homicídios de adolescentes e jovens em todos os anos de 2020 a 2023, com pico de 5,8 por mil em 2022. A Região 9 tem a maior taxa de óbitos por causas externas por local de residência (5,3 por mil). As Regiões 7, 8, 10, 11, 12 e 13 não ficam piores que a média em nenhum dos 6 indicadores.
Fonte: Volume 1, Mapa 1: Visão geral do município de Jacobina com a divisão territorial das 13 regiões geográficas.
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 6 de 6
Educação: 2 de 2
Assistência social: 2 de 2
Segurança pública: 6 de 8
Óbitos e homicídios: 3 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 6 de 6
Educação: 2 de 2
Assistência social: 0 de 2
Segurança pública: 4 de 8
Óbitos e homicídios: 4 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 1 de 6
Educação: 0 de 2
Assistência social: 0 de 2
Segurança pública: 8 de 8
Óbitos e homicídios: 5 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 5 de 6
Educação: 2 de 2
Assistência social: 1 de 2
Segurança pública: 5 de 8
Óbitos e homicídios: 0 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 0 de 6
Educação: 0 de 2
Assistência social: 0 de 2
Segurança pública: 8 de 8
Óbitos e homicídios: 4 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 6 de 6
Educação: 2 de 2
Assistência social: 2 de 2
Segurança pública: 2 de 8
Óbitos e homicídios: 0 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 5 de 6
Educação: 2 de 2
Assistência social: 1 de 2
Segurança pública: 1 de 8
Óbitos e homicídios: 0 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 0 de 6
Educação: 0 de 2
Assistência social: 2 de 2
Segurança pública: 4 de 8
Óbitos e homicídios: 1 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 4 de 7
Perfil socioeconômico: 5 de 6
Educação: 2 de 2
Assistência social: 0 de 2
Segurança pública: 0 de 8
Óbitos e homicídios: 0 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 3 de 7
Perfil socioeconômico: 0 de 6
Educação: 0 de 2
Assistência social: 2 de 2
Segurança pública: 4 de 8
Óbitos e homicídios: 0 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 3 de 7
Perfil socioeconômico: 0 de 6
Educação: 0 de 2
Assistência social: 2 de 2
Segurança pública: 3 de 8
Óbitos e homicídios: 0 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 2 de 7
Perfil socioeconômico: 1 de 6
Educação: 0 de 2
Assistência social: 1 de 2
Segurança pública: 0 de 8
Óbitos e homicídios: 1 de 6
Indicadores piores que a média, por eixo
Perfil demográfico: 3 de 7
Perfil socioeconômico: 1 de 6
Educação: 0 de 2
Assistência social: 0 de 2
Segurança pública: 0 de 8
Óbitos e homicídios: 1 de 6
As tabelas completas
12,3Pior que a média do município
25,1Pior valor entre as regiões
—Nenhum registro na região
Ranking geral31 indicadores em 6 eixos
Ranking geral das regiões de Jacobina: quantos indicadores de cada eixo ficam piores que a média do município em cada região, o total, a posição.
Região
Perfil demográfico7 indicadores
Perfil socioeconômico6 indicadores
Educação2 indicadores
Assistência social2 indicadores
Segurança pública8 indicadores
Óbitos e homicídios6 indicadores
Piores que a média
Posição
Região 4Jacobina 3, Novo Amanhecer
4
6
2
2
6
3
23 de 31 (74,2%)
1º
Região 9Alto Alegre, Barro Branco
4
6
2
0
4
4
20 de 31 (64,5%)
2º
Região 1Centro, Estação
4
1
0
0
8
5
18 de 31 (58,1%)
3º
Região 13Junco, Novo Paraíso
4
5
2
1
5
0
17 de 31 (54,8%)
4º
Região 5Jacobina 2, Catuaba
4
0
0
0
8
4
16 de 31 (51,6%)
5º
Região 10Catinga do Moura, Lages do Batata
4
6
2
2
2
0
16 de 31 (51,6%)
5º
Região 11Cachoeira Grande, Itaitu
4
5
2
1
1
0
13 de 31 (41,9%)
6º
Região 6Caeira, Incoop
4
0
0
2
4
1
11 de 31 (35,5%)
7º
Região 12Itapeipu, Estrada do Esconso
4
5
2
0
0
0
11 de 31 (35,5%)
7º
Região 7Caixa D'água, Félix Thomas
3
0
0
2
4
0
9 de 31 (29,0%)
8º
Região 8Bananeira, Leader
3
0
0
2
3
0
8 de 31 (25,8%)
9º
Região 2Grotinha, Jacobina 1
2
1
0
1
0
1
5 de 31 (16,1%)
10º
Região 3Jacobina 4, Lagoinha
3
1
0
0
0
1
5 de 31 (16,1%)
10º
Fonte: Volume 1, Ranking geral de indicadores, a partir dos 31 indicadores dos seis eixos.
Perfil demográfico7 indicadores
Mapa social do eixo perfil demográfico em Jacobina: o valor de cada indicador por região, a média do município, a contagem de indicadores piores que a média.
Região
Densidade domiciliarmoradores por domicílio
População com idade de 0 a 11 anos
População com idade de 12 a 18 anos
População com idade de 19 a 29 anos
População com idade de 30 a 59 anos
População com idade de 60 anos ou mais
Índice de envelhecimento
Piores que a média
Média do município
3,18maior é pior
19,9%maior é pior
13,5%maior é pior
19,5%maior é pior
35,5%maior é pior
11,5%maior é pior
44,9%maior é pior
Região 2Grotinha, Jacobina 1
3,06
18,6%
12,1%
21,1%, pior valor entre as regiões
38,0%, pior que a média
10,2%
44,0%
2 de 7 (28,6%)
Região 8Bananeira, Leader
3,15
18,4%
12,7%
20,7%, pior que a média
37,2%, pior que a média
11,1%
46,3%, pior que a média
3 de 7 (42,9%)
Região 3Jacobina 4, Lagoinha
3,19, pior que a média
17,7%
13,0%
20,9%, pior que a média
39,3%, pior que a média
9,1%
39,3%
3 de 7 (42,9%)
Região 7Caixa D'água, Félix Thomas
3,22, pior que a média
19,7%
13,5%
21,0%, pior que a média
37,3%, pior que a média
8,4%
32,9%
3 de 7 (42,9%)
Região 13Junco, Novo Paraíso
3,15
21,0%, pior que a média
14,7%, pior que a média
16,8%
31,6%
15,8%, pior que a média
57,5%, pior que a média
4 de 7 (57,1%)
Região 5Jacobina 2, Catuaba
3,25, pior que a média
18,1%
12,3%
20,7%, pior que a média
38,5%, pior que a média
10,4%
45,2%, pior que a média
4 de 7 (57,1%)
Região 10Catinga do Moura, Lages do Batata
3,26, pior que a média
23,1%, pior que a média
14,1%, pior que a média
17,9%
31,8%
12,7%, pior que a média
42,8%
4 de 7 (57,1%)
Região 11Cachoeira Grande, Itaitu
3,26, pior que a média
19,1%
15,2%, pior que a média
19,4%
33,4%
13,0%, pior que a média
51,5%, pior que a média
4 de 7 (57,1%)
Região 9Alto Alegre, Barro Branco
3,27, pior que a média
21,7%, pior que a média
14,6%, pior que a média
18,7%
33,2%
11,7%, pior que a média
41,5%
4 de 7 (57,1%)
Região 12Itapeipu, Estrada do Esconso
3,13
20,9%, pior que a média
14,3%, pior que a média
16,0%
32,6%
16,2%, pior valor entre as regiões
60,8%, pior que a média
4 de 7 (57,1%)
Região 6Caeira, Incoop
3,32, pior que a média
20,8%, pior que a média
13,1%
21,1%, pior valor entre as regiões
36,2%, pior que a média
8,9%
33,9%
4 de 7 (57,1%)
Região 1Centro, Estação
2,90
15,0%
10,8%
20,7%, pior que a média
39,5%, pior valor entre as regiões
13,9%, pior que a média
71,3%, pior valor entre as regiões
4 de 7 (57,1%)
Região 4Jacobina 3, Novo Amanhecer
3,40, pior valor entre as regiões
26,4%, pior valor entre as regiões
16,0%, pior valor entre as regiões
21,1%, pior valor entre as regiões
31,1%
5,3%
15,9%
4 de 7 (57,1%)
Fontes: IBGE, Censo 2010.
Perfil socioeconômico6 indicadores
Mapa social do eixo perfil socioeconômico em Jacobina: o valor de cada indicador por região, a média do município, a contagem de indicadores piores que a média.
Região
Renda nominal per capitaR$
Renda per capita domiciliar de até 1/2 salário-mínimo
Renda per capita domiciliar de até 1/4 de salário-mínimo
Renda per capita domiciliar de até 1/8 de salário-mínimo
Razão de dependência total (RDT)
Adolescentes responsáveis pelo domicíliopor mil responsáveis pelo domicílio
Piores que a média
Média do município
356,9menor é pior
47,6%maior é pior
22,5%maior é pior
9,4%maior é pior
59,2%maior é pior
4,4maior é pior
Região 5Jacobina 2, Catuaba
543,8
33,3%
9,4%
2,8%
50,4%
2,1
0 de 6 (0,0%)
Região 7Caixa D'água, Félix Thomas
455,8
41,0%
15,9%
4,7%
51,2%
2,5
0 de 6 (0,0%)
Região 8Bananeira, Leader
440,5
37,8%
14,0%
5,0%
53,7%
0,6
0 de 6 (0,0%)
Região 6Caeira, Incoop
389,9
47,0%
18,6%
5,2%
54,1%
1,7
0 de 6 (0,0%)
Região 1Centro, Estação
695,3
23,0%
7,4%
1,7%
50,4%
4,7, pior que a média
1 de 6 (16,7%)
Região 3Jacobina 4, Lagoinha
473,9
36,7%
11,1%
2,6%
47,5%
4,6, pior que a média
1 de 6 (16,7%)
Região 2Grotinha, Jacobina 1
456,6
38,8%
14,1%
4,8%
50,5%
6,2, pior que a média
1 de 6 (16,7%)
Região 12Itapeipu, Estrada do Esconso
210,2, pior que a média
59,1%, pior que a média
34,0%, pior que a média
18,0%, pior que a média
75,1%, pior que a média
4,4
5 de 6 (83,3%)
Região 13Junco, Novo Paraíso
204,9, pior que a média
58,1%, pior que a média
35,2%, pior que a média
17,9%, pior que a média
76,7%, pior valor entre as regiões
3,1
5 de 6 (83,3%)
Região 11Cachoeira Grande, Itaitu
184,0, pior que a média
65,5%, pior que a média
41,9%, pior valor entre as regiões
19,7%, pior valor entre as regiões
62,0%, pior que a média
2,9
5 de 6 (83,3%)
Região 9Alto Alegre, Barro Branco
188,5, pior que a média
63,1%, pior que a média
33,1%, pior que a média
14,1%, pior que a média
66,4%, pior que a média
6,6, pior que a média
6 de 6 (100,0%)
Região 10Catinga do Moura, Lages do Batata
172,7, pior que a média
61,5%, pior que a média
35,8%, pior que a média
15,9%, pior que a média
74,3%, pior que a média
6,4, pior que a média
6 de 6 (100,0%)
Região 4Jacobina 3, Novo Amanhecer
168,9, pior valor entre as regiões
70,3%, pior valor entre as regiões
35,9%, pior que a média
16,1%, pior que a média
63,7%, pior que a média
12,0, pior valor entre as regiões
6 de 6 (100,0%)
Fontes: IBGE, Censo 2010.
Segurança pública8 indicadores
Mapa social do eixo segurança pública em Jacobina: o valor de cada indicador por região, a média do município, a contagem de indicadores piores que a média.
Região
Adolescentes e jovens vítimas de ocorrências registradas na SSP/BA
Adolescentes e jovens vítimas de violênciapor mil hab. de 12 a 29 anos
Adolescentes e jovens vítimas de roubo, furto ou estelionatopor mil hab. de 12 a 29 anos
Adolescentes e jovens vítimas de outros tipos de ocorrênciapor mil hab. de 12 a 29 anos
Adolescentes e jovens autores de ocorrências registradas na SSP/BA
Adolescentes e jovens autores de violênciapor mil hab. de 12 a 29 anos
Adolescentes e jovens autores de roubo, furto ou estelionatopor mil hab. de 12 a 29 anos
Adolescentes e jovens autores de outros tipos de ocorrênciaspor mil hab. de 12 a 29 anos
Piores que a média
Média do município
2,6%maior é pior
14,4maior é pior
8,8maior é pior
2,5maior é pior
1,7%maior é pior
10,7maior é pior
2,4maior é pior
4,3maior é pior
Região 12Itapeipu, Estrada do Esconso
0,1%
1,3
—nenhum registro
—nenhum registro
0,1%
0,8
—nenhum registro
—nenhum registro
0 de 8 (0,0%)
Região 3Jacobina 4, Lagoinha
1,2%
6,1
4,0
2,1
0,9%
5,8
0,3
3,2
0 de 8 (0,0%)
Região 2Grotinha, Jacobina 1
1,4%
7,1
4,7
1,9
1,2%
6,2
2,4
3,3
0 de 8 (0,0%)
Região 11Cachoeira Grande, Itaitu
1,8%
11,7
3,9
2,6, pior que a média
0,9%
7,8
1,3
—nenhum registro
1 de 8 (12,5%)
Região 10Catinga do Moura, Lages do Batata
2,0%
15,0, pior que a média
4,2
0,8
1,7%
12,3, pior que a média
1,9
3,1
2 de 8 (25,0%)
Região 8Bananeira, Leader
2,7%, pior que a média
21,5, pior que a média
4,4
1,1
1,6%
13,8, pior que a média
1,1
1,7
3 de 8 (37,5%)
Região 6Caeira, Incoop
2,5%
12,4
11,4, pior que a média
1,5
1,9%, pior que a média
9,9
4,4, pior que a média
4,9, pior que a média
4 de 8 (50,0%)
Região 9Alto Alegre, Barro Branco
2,5%
18,8, pior que a média
3,3
3,3, pior que a média
2,2%, pior que a média
15,5, pior que a média
1,9
4,2
4 de 8 (50,0%)
Região 7Caixa D'água, Félix Thomas
3,6%, pior que a média
19,3, pior que a média
14,7, pior que a média
2,3
1,7%
6,2
1,7
9,1, pior valor entre as regiões
4 de 8 (50,0%)
Região 13Junco, Novo Paraíso
1,5%
8,9
2,7
3,6, pior que a média
2,1%, pior que a média
11,2, pior que a média
3,1, pior que a média
6,7, pior que a média
5 de 8 (62,5%)
Região 4Jacobina 3, Novo Amanhecer
4,4%, pior que a média
29,2, pior valor entre as regiões
11,0, pior que a média
3,9, pior que a média
3,1%, pior que a média
26,8, pior valor entre as regiões
0,8
3,2
6 de 8 (75,0%)
Região 5Jacobina 2, Catuaba
5,5%, pior que a média
24,3, pior que a média
23,0, pior que a média
7,2, pior valor entre as regiões
3,7%, pior valor entre as regiões
22,3, pior que a média
5,9, pior que a média
8,5, pior que a média
8 de 8 (100,0%)
Região 1Centro, Estação
6,2%, pior valor entre as regiões
24,7, pior que a média
33,9, pior valor entre as regiões
2,9, pior que a média
2,5%, pior que a média
11,5, pior que a média
7,5, pior valor entre as regiões
6,3, pior que a média
8 de 8 (100,0%)
Fontes: IBGE, Censo 2010; SSP/BA, 2023.
Óbitos e homicídios6 indicadores
Mapa social do eixo óbitos e homicídios em Jacobina: o valor de cada indicador por região, a média do município, a contagem de indicadores piores que a média.
Região
Óbitos por causas externas, por local de residência (2020 a 2023)por mil hab.
Óbitos por causas externas, por local de ocorrência (2020 a 2023)por mil hab.
Homicídios de adolescentes e jovens em 2020, por local de ocorrênciapor mil hab. de 12 a 29 anos
Homicídios de adolescentes e jovens em 2021, por local de ocorrênciapor mil hab. de 12 a 29 anos
Homicídios de adolescentes e jovens em 2022, por local de ocorrênciapor mil hab. de 12 a 29 anos
Homicídios de adolescentes e jovens em 2023, por local de ocorrênciapor mil hab. de 12 a 29 anos
De 2019 a 2022, o SINAN registrou em Jacobina 158 adolescentes e jovens vítimas de violência: 61 em 2019, 44 em 2020, 24 em 2021 e 29 em 2022. 73,4% eram do sexo feminino e 38,0% tinham de 19 a 24 anos. A violência física aparece em 79,1% das notificações e a psicológica ou moral em 40,5%; 53,2% dos casos ocorreram na residência, 34,8% já tinham se repetido e 21,5% foram lesões autoprovocadas.
adolescentes e jovens vítimas de violência notificados
158
SINAN, 2019–2022
das vítimas do sexo feminino
73,4%
SINAN, 2019–2022
das notificações com violência física
79,1%
SINAN, 2019–2022
dos casos ocorridos na residência
53,2%
SINAN, 2019–2022
de lesões autoprovocadas
21,5%
SINAN, 2019–2022
Óbitos e homicídios
De 2020 a 2023, foram registrados 2.923 óbitos em Jacobina, 383 deles (13,1%) por causas externas. Os homicídios somam 177, 46,2% das mortes por causas externas, com pico de 60 em 2022: 80,2% foram por arma de fogo e 52,0% ocorreram em via pública. 93,2% das vítimas eram do sexo masculino e 49,7% tinham de 19 a 29 anos; 99 eram adolescentes de 12 a 18 anos ou jovens de 19 a 29 anos.
óbitos por causas externas, 13,1% dos 2.923 óbitos registrados
383
SIM, 2020–2023
homicídios, 46,2% das mortes por causas externas
177
SIM, 2020–2023
dos homicídios por arma de fogo
80,2%
SIM, 2020–2023
das vítimas de homicídio do sexo masculino
93,2%
SIM, 2020–2023
adolescentes e jovens de 12 a 29 anos vítimas de homicídio
99
SIM, 2020–2023
Ocorrências da segurança pública
Em 2023, a SSP/BA registrou em Jacobina 674 adolescentes e jovens de 12 a 29 anos como vítimas de ocorrências: 378 de violência (56,1%), 230 de roubo, furto ou estelionato (34,1%) e 66 de outros tipos. 61,5% das vítimas eram do sexo feminino, 73,5% nas ocorrências de violência, em que predominam a lesão corporal (36,8%) e a ameaça (35,7%). Entre os 455 autores de 12 a 29 anos, 72,3% eram do sexo masculino e 280 (61,6%) responderam por violência.
adolescentes e jovens vítimas de ocorrências registradas
674
SSP/BA, 2023
das vítimas de violência do sexo feminino
73,5%
SSP/BA, 2023
adolescentes e jovens autores de ocorrências registradas
455
SSP/BA, 2023
dos autores do sexo masculino
72,3%
SSP/BA, 2023
Conselho Tutelar e CRAM
Em 2023, o Conselho Tutelar atendeu 43 adolescentes de 12 a 17 anos, 72,1% do sexo feminino e 62,8% de 15 a 17 anos; apologia ou incitação à prática de ato infracional (18,6%) e violência sexual (14,0%) foram os motivos mais frequentes. O conselho recebeu ainda 550 denúncias, sobretudo de negligência (17,6%), maus tratos (14,0%) e conflito familiar (13,1%). O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) atendeu 32 mulheres de 19 a 29 anos, 96,9% delas agredidas pelo ex-companheiro.
adolescentes atendidos pelo Conselho Tutelar, 4,7 por mil de 12 a 17 anos
43
Conselho Tutelar, 2023
denúncias recebidas pelo Conselho Tutelar, 17,6% de negligência
550
Conselho Tutelar, 2023
mulheres de 19 a 29 anos atendidas pelo CRAM, 3,9 por mil
32
CRAM, 2023
das mulheres atendidas pelo CRAM agredidas pelo ex-companheiro
96,9%
CRAM, 2023
Educação
Em 2023, Jacobina tinha 84 escolas e 20.890 alunos matriculados na educação básica, 53,1% deles na rede municipal. A distorção idade-série chega a 30,4% no ensino médio, abaixo da Bahia (32,8%) e acima do Brasil (19,5%). Em 2022, o abandono no ensino médio foi de 13,7%, maior que o da Bahia (11,7%) e o do Brasil (5,7%), e a aprovação caiu de 94,3% nos anos iniciais do ensino fundamental para 74,5% no ensino médio.
alunos matriculados na educação básica, 25,3% da população
20.890
INEP, Censo Escolar 2023
de distorção idade-série no ensino médio
30,4%
INEP, Censo Escolar 2023
de abandono no ensino médio
13,7%
INEP, Censo Escolar 2022
da população de 5 anos ou mais não alfabetizada; 30,7% na Região 10
18,0%
IBGE, Censo 2010
O que disseram profissionais e adolescentes
A pesquisa qualitativa usou a técnica de grupo focal, com roteiro semiestruturado em cinco macroeixos, da legislação sobre os direitos de adolescentes e jovens à estrutura da rede de proteção e à percepção dos próprios adolescentes. Em 18 e 19 de julho de 2024, 7 profissionais de ambos os sexos, da assistência social, do Conselho Tutelar, da educação e da segurança pública, discutiram a rede e as violências no município; a saúde não participou.
Em 19 de julho de 2024, um grupo focal com 10 adolescentes estudantes do ensino médio tratou do cotidiano, do abandono escolar, da oferta de cultura, esporte e lazer, do trabalho e das violências que conhecem.
Grupos focais
Profissionais da rede de atendimento
7
participantes, em 18 e 19 de julho de 2024
Adolescentes estudantes do ensino médio
10
participantes, em 19 de julho de 2024
O que a pesquisa encontrou
01
Os profissionais relataram que a rede não tem fluxograma nem protocolo de atendimento para casos de violência contra adolescentes e jovens, nem reuniões intersetoriais periódicas, e que há três anos não ocorre uma formação sobre o tema no município.
02
Só dois dos profissionais conheciam o Estatuto da Juventude antes da capacitação promovida pela Painel em janeiro de 2024, e o SIPIA-CT, sistema de registro do Conselho Tutelar, funciona apenas em parte.
03
Na educação, os profissionais apontaram uma evasão sazonal de adolescentes que vão trabalhar nas colheitas de laranja e de cana-de-açúcar em Minas Gerais, e citaram o Bolsa Presença, que paga R$ 150,00 por mês às famílias de alunos da rede estadual em situação de vulnerabilidade.
04
O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) não está sendo executado, e o município tem três escolas de tempo integral, uma delas dedicada à formação profissionalizante.
05
Todas as 10 adolescentes disseram conhecer alguém que já sofreu violência, e todas citaram o bullying na escola; elas apontaram a Caeira, a Lagoa Dourada, o Jacobina 3, o Jacobina 4, a Bananeira, a Serrinha e a Caixa D'Água como os bairros onde mais acontece violência.
06
Nenhuma das 10 adolescentes participa de atividades fora da escola, por falta de oferta ou de interesse; elas pediram cursos técnicos com certificado, mais vagas de jovem aprendiz e mais eventos e espaços de lazer.
Fonte: Volume 1, grupos focais de julho de 2024.
Considerações e recomendações
As considerações finais apontam que a violência contra adolescentes e jovens pede uma ação integrada da educação, da saúde, da assistência social e da segurança pública, concentrada nas regiões de maior vulnerabilidade que o diagnóstico identifica, com prevenção primária em todos os territórios e não só nos centrais. As mulheres jovens são as principais vítimas de violência, e os homicídios, em mais de 80% dos casos por arma de fogo, atingem sobretudo homens jovens.
O Plano de Ação, construído com os profissionais da rede, organiza as propostas em quatro eixos (análise situacional e monitoramento, articulação, prevenção e atendimento), com prazos curtos, de até um ano, médios, de dois a cinco anos, e longos, de seis a dez anos.
O que o diagnóstico recomenda
Criar por lei um Comitê Permanente de Monitoramento da Violência de Adolescentes e Jovens, com material semestral de dados e um banco de dados permanente sobre a violência contra esse público.
Criar uma ferramenta de coleta para monitorar 100% dos casos registrados de violência envolvendo adolescentes e jovens, na sede, nos distritos e nos povoados.
Criar o Conselho Municipal da Juventude de Jacobina.
Executar de forma continuada o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) em todos os CRAS e CREAS.
Capacitar de forma permanente 100% da rede de atendimento de saúde, educação, assistência social e segurança pública sobre adolescentes e jovens vítimas de violência.
Realizar seminários anuais com os dados e criar um podcast quinzenal para ampliar em 50% ao ano o engajamento de adolescentes e jovens nas redes sociais.
Criar uma patrulha especializada na Guarda Civil Municipal para o atendimento preventivo e um trabalho de proximidade entre a polícia e a comunidade nos territórios mais vulneráveis.
Ampliar em 40%, por lei municipal, a contratação de jovens aprendizes, com vagas nas repartições públicas e prioridade aos jovens atendidos pelos CRAS.
Fonte: Volume 1, Considerações finais; Volume 2, Plano de Ação.
Os relatórios na íntegra
Os 2 volumes, com 251 páginas, abertos em PDF, sem cadastro.
Quem fez o diagnóstico das violências contra adolescentes e jovens de Jacobina?
A Painel Pesquisas e Consultoria, com idealização do Ministério Público do Estado da Bahia e apoio do Município de Jacobina. Uma Comissão de Acompanhamento do Diagnóstico participou da divisão do território em 13 regiões, e 7 profissionais da rede e 10 adolescentes foram ouvidos em grupos focais em julho de 2024. Os dois volumes, publicados em 2024, somam 251 páginas.
Quais regiões de Jacobina concentram os piores indicadores?
No ranking geral, a Região 4 (Jacobina 3, Novo Amanhecer e vizinhos) fica pior que a média do município em 23 dos 31 indicadores, ou 74,2%. Em seguida vêm a Região 9, a zona rural, com 20, a Região 1, que inclui o Centro, com 18, e a Região 13, dos distritos de Junco e Novo Paraíso, com 17. As Regiões 2 e 3 ficam piores que a média em 5.
Quantos adolescentes e jovens foram vítimas de homicídio em Jacobina?
De 2020 a 2023, o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) registrou 177 homicídios em Jacobina, 99 deles de adolescentes de 12 a 18 anos e jovens de 19 a 29 anos. 80,2% dos homicídios foram por arma de fogo, e 93,2% das vítimas eram do sexo masculino. A Região 1, que inclui o Centro, teve a maior taxa de homicídios de adolescentes e jovens em todos os anos.
De onde vêm os dados do diagnóstico de Jacobina?
Dos registros da rede de atendimento de Jacobina, como o Conselho Tutelar, o CREAS, o CRAM, o acolhimento institucional e as organizações da sociedade civil, das ocorrências da Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP/BA) e de bases oficiais como o Censo Demográfico do IBGE, o Censo Escolar do INEP, o SINAN, o SIM e a RAIS. Os dados cobrem 2023, com séries históricas de anos anteriores; a população de cada região vem do Censo de 2010.
O que o plano de ação de Jacobina propõe?
O Plano de Ação, no Volume 2, organiza as propostas em quatro eixos: análise situacional e monitoramento, articulação, prevenção e atendimento. Entre elas estão um comitê permanente de monitoramento da violência criado por lei, o Conselho Municipal da Juventude, o SCFV em todos os CRAS e CREAS, a capacitação de 100% da rede, uma patrulha especializada na Guarda Civil Municipal e a ampliação em 40% da contratação de jovens aprendizes.